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sábado, 19 de fevereiro de 2011

A grande Revelação

Durante a última Guerra Mundial ouvi contar que certa vez o próprio Hitler procurou o maior místico da Alemanha quando estava perdendo a guerra.
-Dizem que você é um grande sábio e que se comunica com Deus.Se realmente é um místico,então faça o milagre.Você pode me ajudar a ter uma revelação pessoal de Deus. Eu só creio no poder e preciso ganhar a guerra.
O mestre disse:
- Vá lá fora e fique parado lá durante 15 minutos.
Hitler disse:
-Mas esta chovendo.
o místico respondeu:
-Não se preocupe, olhe para o céu, lá esta a revelação.
Hitler não gostou muito da ideia, mas aceitou  o desafio, dizendo:
-Lembre-se, se a revelação não acontecer, vou mandar matá-lo.
Hitler voltou depois de algum tempo todo encharcado, revoltado, gritando:
-Olhe para mim, não tive nenhuma iluminação. Apenas me senti como um bobo, um palhaço, um idiota.
o místico sorrindo disse:
-Você não acha que foi uma grande revelação?

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Jesus O Rei!!


"Por amor Ele foi crucificado numa trave de madeira,morreu sem heroísmo,em silêncio,encerrou seu fôlego amando, faleceu perdoando, deu suas lágrimas, sua saúde, seu tempo,tudo o que tinha para humanidade...amou o desconhecido e se entregou por ele...mas ressucitou e hoje vivo está!"


Me resgatou,tirou minha dor... e eu cansada da escuridão...veio Jesus trazendo a Luz...me fazendo querer ser mais....me fazendo lembrar o que era a paz e não está só...quando a luz de Cristo vem as trevas vai...quando a luz de Cristo vem o medo sai...




Deus tem sido gracioso!!!

Os dias na sua ausência Papai do Céu.

O clima parecia estar agradável mais para ela se achava quente o bastante,a deixava tonta e confusa.
Sentia-se fraca,fazia alguns dias que não se alimentava devidamente.Seu pensamento dizia: "quanto mais peso perder e mais magra ficar,mais "eu" ela sente ter adquirido".
Durante o dia ela era uma pessoa extremamente do bem,reconhecida pelo seu desempenho no trabalho,mas quando o estresse causado por se sentir tão inferior tornava-se esmagador,ela se trasformava em alguém bem menos agradável.A noite ela retornava para casa com o sentimento de que a menina que vivia dentro dela,nunca obteve a merecida atenção,então se prendia no seu mundo e em sua mente via coisas que mudaram sua vida.
Viu-se em uma grande festa,se embriagando e dançando de maneira extravagante. 
Viu-se em uma movimentada balada na grande metrópole,com pessoas que durante a noite beijavam outras do mesmo sexo,localizada em frente a um comércio,onde o produto oferecido eram garotas.
Viu-se mentindo a seus pais,ao dizer que dormiria na casa das amigas,mas na verdade passaria todo o final de semana satisfazendo sua perversa vontade própria.
Viu-se diante do espelho dez quilos a menos do seu peso ideal,suas roupas mudaram juntamente com o seu corpo...perfurou o nariz,mudou a cor do cabelo...sentia-se menos vulnerável agindo assim...seu pai sentiu-se pertubado ao vê-la,sua mãe também se preocupou, mas tinha a estranha sensação de ser conveniente com a filha, num determinado nível ela sabia, num certo sentido elas compartilhavam esse novo e esquisito fenômeno...mas é claro que a menina fazia tudo ao seu alcance para ocultar o que realmente estava se passando.
Derrepente foi surpreendida pelas lágrimas que caim em seu rosto,sentiu uma agonia,espécie de dor...então as cenas se apagaram,porque agora as palavras pareciam ser mais importantes do que as imagens,e que isso não era absurdo,afinal ela sempre se interessou por palavras. Pegou um papel e uma caneta começou então a escrever sobre sua mãe:
"Os braços que me aqueciam quando eu era criança,o colo que me consolava,a voz que me aquietava a noite quando eu despertava  de um pesadelo era de minha mãe, ela quem me dava um trocado para comprar bala depois da escola,quem me cobria,me vestia,quem comprava minhas chupetas,quem fazia aquela deliciosa farofa de fubá,quem me colocava diante da televisão para assistir desenho animado,era sempre minha mãe...até mesmo quando eu saia na rua para tomar caldo de cana e comer pastel era em sua mão,que hoje sinto tão pequena e magra que eu segurava...Hei mãe! por que foi provar aquele copo de cerveja e decidiu fumar aquele cigarro? Eles te dominaram! Roubaram o tempo que tinha pra mim...Por que foi  trocar o nosso sofá da sala, pela mesa do bar? Eles te dominaram! Roubaram os domingos que passávamos juntas assistindo aquele seu programa favorito. Mãe! por que mudou seu comportamento? Esta cada vez mais agressiva,deprimida,distante de mim,do pai e dos maninhos.
Mãe! Não gosto de vê-la assim! Porque te prenderam em casa? a senhora está embriagada?Lembro-me quando te vi nesse estado pela primeira vez... a senhora foi dormir e passou.Venha mãe! te darei um banho e a deitarei em sua cama,quando acordar isso terá acabado..."
Essas lembranças não lhe trouxeram conforto...chorou com mais intensidade, pegou outra folha de papel e começou uma nova história,decidiu falar sobre a sua infância:
" por  mais que eu tente compartilhar alguma alegria,não consigo pois a maior tristeza foi em minha meninice,onde pela primeira vez senti meu orgulho ferido...tudo ficou fragmentado...ainda sinto o cheiro daquele que acariciou meu corpo frágil de uma maneira tão cruel...ele abortou todos os meus sonhos...e o espaço existente foi preenchido com uma dose de ódio, rejeição e dor..."
Não!!! pensou ela "vou parar por aqui! tentou controlar a emoção, mais o passado insistiu em visitá-la.
Viu-se longe de seus verdadeiros amigos,ela quase não se encontrava mais com eles,ao vê-los baixava sua cabeça ou os cumprimentava com um simples "oi'. Agora seria muito mais díficil enfrentar os problemas, pois eles já existiam e foram negados durante algum tempo, não era apenas os seus pensamentos que lhe dominaram, algo maior tomou conta da situação e tentou definitivamente controlar seus sentidos.
Viu-se dentro do seu quarto, batendo com a cabeça na parede...a ilusão que ela tinha a situação sobre controle inevitávelmente se estilhaçou...tomou a decisão de retornar ao lugar em que viveu os maiores desafetos em sua vida,e o medo que existia por trás disso era o seguinte: "Talvez ela vá ficar recostada no sofá para sempre,assistindo os filmes com nomes complicados,talvez nunca venha gostar dela mesma ou ter coragem de desenvolver seu talento e intelecto,talvez a chuva nas tardes de verão na pequena casa de seus pais vá durar eternamente,sendo ela a criança desamparada que não poderá recomeçar sua vida..."
por: Luana A.Santos